A revolução digital vive um novo capítulo: a acelerada ascensão da inteligência artificial, presente não apenas no mundo dos negócios, mas também na vida cotidiana das pessoas. A IA veio para ficar e está impactando todos, transformando o modo como muitos produtos e serviços são desenvolvidos e gerando milhares de novas aplicações. O treinamento e a implementação da IA, no entanto, exigem grandes quantidades de estrutura computacional e de armazenamento de dados, recursos que podem ser oferecidos pelos tradicionais e futuros data centers, estes ainda mais tecnológicos capazes de oferecerem um serviço mais eficiente e seguro.
A revolução digital vive um novo capítulo: a acelerada ascensão da inteligência artificial, presente não apenas no mundo dos negócios, mas também na vida cotidiana das pessoas. A IA veio para ficar e está impactando todos, transformando o modo como muitos produtos e serviços são desenvolvidos e gerando milhares de novas aplicações. O treinamento e a implementação da IA, no entanto, exigem grandes quantidades de estrutura computacional e de armazenamento de dados, recursos que podem ser oferecidos pelos tradicionais e futuros data centers, estes ainda mais tecnológicos capazes de oferecerem um serviço mais eficiente e seguro.
Da mesma maneira, os próprios data centers são grandes consumidores de energia e precisam de segurança e estabilidade energética para operarem satisfatoriamente. Não é à toa que segurança energética é um dos fatores essenciais para investidores dessa tecnologia. Um estudo da Agência Internacional de Energia de abril de 2025 projeta que a demanda por eletricidade de data centers em todo o mundo deverá mais que dobrar até 2030, atingindo cerca de 945 TWh, um pouco mais do que todo o consumo de eletricidade do Japão atualmente.
Da mesma maneira, os próprios data centers são grandes consumidores de energia e precisam de segurança e estabilidade energética para operarem satisfatoriamente. Não é à toa que segurança energética é um dos fatores essenciais para investidores dessa tecnologia. Um estudo da Agência Internacional de Energia de abril de 2025 projeta que a demanda por eletricidade de data centers em todo o mundo deverá mais que dobrar até 2030, atingindo cerca de 945 TWh, um pouco mais do que todo o consumo de eletricidade do Japão atualmente.
Diante deste cenário, concessionárias de energia, fabricantes e empresas de infraestrutura têm discutido como garantir o suprimento energético necessário para sustentar essa nova era tecnológica, sem comprometer a resiliência do sistema e os cronogramas de projetos já estabelecidos.
O Congresso sobre Data Centers e Energia Crítica (CDEC) surge como o fórum estratégico ideal para discutir os desafios técnicos, regulatórios e operacionais deste novo ambiente. Ao longo do evento, especialistas e gestores dos segmentos de energia e de tecnologia compartilharão suas visões, soluções e práticas aplicadas ao tema.
-



Marcas que impulsionam a infraestrutura crítica e a inovação em data centers.
Contribua com a qualidade do evento nos indicando temas, palestrantes e cases de sucesso!